quarta-feira, 22 de junho de 2011
Possível solução.
Quero desprender-me ao menos uma vez desta prisão, desse mundo rodeado por tecnologias, algum tipo de aflição insiste aparecer, aqui dentro algo tenta mostrar-me a solução de tal agonia. Um pequeno esforço é feito para exibir o sossego, toda calmaria que venho procurando. A praia, sol, mar, areia, brisa, chuva, frio, calor, a natureza.. Cerque-me com esses elementos extraordinários que tanto admiro. Façam parte de mim como os órgãos e outras coisas mais que me compõe. Participe desse mundo que as vezes é tão fechado, esse meu universo que pode tentar abrir as portas para que entre com total facilidade. Talvez seja do seu auxílio que eu precise, da sua medicação.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Prazo limitado.
Tenho saudade dos tempos em que brincava de jogar ximbra e pular corda pelas calçadas, saudade dos momentos que passava chorando por ser proibida de brincar ruas à fora. Correr, esconder-me, cantar, dançar, ser feliz, sem medo. Sinto falta das tantas descobertas que hoje considero bestas, mas que possuem fundamentos que ligam às novas. Como eu adorava a liberdade dos problemas. A inocência em um sorriso de criança e a felicidade escorrendo pelo suor das brincadeiras. A nostalgia as vezes aparece, dela partem as lágrimas de carência e risos das encantadoras lembranças. É tanta falta que me sobra, vontade enorme de reviver aqueles instantes, tempo bom, não volta mais.
Quase nada.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Até quando?
A configuração do trabalho escravo continua a existir, mesmo após a declaração da lei Áurea, de forma que o sujeito trabalhador segue regras que lhe são impostas em seu campo de trabalho, onde por trás dessas imposições há um regrante, o qual é chamado de patrão. Assim pode-se dizer que o ciclo do trabalho escravo ainda gira, mas de modo menos perceptível. Isto se dá pelo sistema capitalista, onde somos obrigados a segui-lo por questão de sobrevivência. Esse sitema no trabalho contemporâneo, funciona de forma que os empregadores oferecem um salário para seus empregados, mas os chefes precedem uma linha, com o sentido de manter os sujeitos em seus empregos, recebendo os oferecimentos que lhes são propostos, mas que ainda assim, não passem do nível de seus superiores. Dessa forma o homem permanece preso ao plano trabalhista, afastando-se cada vez mais da sua liberdade, sendo sempre dependente desse método, que torna-se por muitas vezes opressor. Esse hábito está presente na vida de todos, pois cada ser possui um tipo de 'capitão' nesta área, onde dela, são dados por muitas vezes o máximo de esforço, e vários não são recompensados de forma justa, degradando cada vez mais o reconhecimento do homem trabalhador. Onde irá parar toda essa escravidão? Difícil se contrapor a esta questão.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Satisfeita.
As nuvens não são de algodão;
As rosas não querem lançar seus perfumes harmoniosos;
As estrelas não brilham mais como antes...
Essa pode ser uma breve 'imagem' da desilusão, a qual não me convém.
Aqui o céu está coberto por nuvens claras e macias;
Neste lugar sinto que agradáveis aromas circulam;
Acho que eles saem das rosas, sim, saem delas realmente.
Por fim, o céu parece mais bonito do que nunca, nele vejo um perfeito clarão vindo das estrelas, elas não cansam de resplandecer.
É extensa a felicidade ao apreciar tantos benefícios.
Onde pode parar essa contemplação?
Eu não sei, não consigo me contrapor a esta interrogação.
Espero que isso não seja consumado..
As rosas não querem lançar seus perfumes harmoniosos;
As estrelas não brilham mais como antes...
Essa pode ser uma breve 'imagem' da desilusão, a qual não me convém.
Aqui o céu está coberto por nuvens claras e macias;
Neste lugar sinto que agradáveis aromas circulam;
Acho que eles saem das rosas, sim, saem delas realmente.
Por fim, o céu parece mais bonito do que nunca, nele vejo um perfeito clarão vindo das estrelas, elas não cansam de resplandecer.
É extensa a felicidade ao apreciar tantos benefícios.
Onde pode parar essa contemplação?
Eu não sei, não consigo me contrapor a esta interrogação.
Espero que isso não seja consumado..
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