quarta-feira, 22 de junho de 2011

Possível solução.

Quero desprender-me ao menos uma vez desta prisão, desse mundo rodeado por tecnologias,  algum tipo de aflição insiste aparecer, aqui dentro algo tenta mostrar-me a solução de tal agonia. Um pequeno esforço é feito para exibir o sossego, toda calmaria que venho procurando. A praia, sol, mar, areia, brisa, chuva, frio, calor, a natureza.. Cerque-me  com esses elementos extraordinários que tanto admiro. Façam parte de mim como os órgãos e outras coisas mais que me compõe. Participe desse mundo que as vezes é tão fechado, esse meu universo que pode tentar abrir as portas para que entre com total facilidade. Talvez seja do seu auxílio que eu precise, da sua medicação.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Prazo limitado.

Tenho saudade dos tempos em que brincava de jogar ximbra e pular corda pelas calçadas, saudade dos momentos que passava chorando por ser proibida de brincar ruas à fora. Correr, esconder-me, cantar, dançar, ser feliz, sem medo. Sinto falta das tantas descobertas que hoje considero bestas, mas que possuem fundamentos que ligam às novas. Como eu adorava a liberdade dos problemas. A inocência em um sorriso de criança e a felicidade escorrendo pelo suor das brincadeiras. A nostalgia as vezes aparece, dela partem as lágrimas de carência e risos das encantadoras lembranças. É tanta falta que me sobra, vontade enorme de reviver aqueles instantes, tempo bom, não volta mais.

Quase nada.


Sou chata, dramática, estressada, melancólica 'um pouco, mas sou',  posso ser arrogante, isso convém do momento e muitas vezes da pessoa, sou ciumenta e insuportável, tenho minhas inseguranças e tantos outros defeitos, as vezes penso ter muitos erros. Mas ainda assim, possuo uma vantagem sob essas fraquezas, consigo transformá-las em títulos importantíssimos, isso vai depender das pessoas que me rodeiam e alguém que me preencha, assim, posso alterar meu jeito  pouco rude. Me rendo a maneira de uma menina meiga, super companheira, carinhosa, amável, doce, amiga, cuidadosa e extremamente divertida. Mesmo com tantas maneiras de alterar a minha chatice, eu insisto em admirar uma importante qualidade e acho que a melhor que tenho: Compreensão. Volta e meia ela me atrapalha, mas no fim, acabo sendo pega de surpresa comigo mesmo e com ela principalmente, fazendo-me um bem enorme. Sou determinada.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Até quando?

 A configuração do trabalho escravo continua a existir, mesmo após a declaração da lei Áurea, de forma que o sujeito trabalhador  segue  regras que lhe são impostas em seu campo de trabalho, onde por trás dessas imposições há um regrante, o qual é chamado de patrão. Assim pode-se dizer que o ciclo do trabalho escravo ainda gira, mas de modo menos perceptível. Isto se dá pelo sistema capitalista, onde somos obrigados a segui-lo por questão de sobrevivência. Esse sitema no trabalho contemporâneo, funciona de forma que os empregadores oferecem um salário para seus empregados, mas os chefes precedem uma linha, com o sentido de manter os sujeitos em seus empregos, recebendo os oferecimentos que lhes são propostos, mas que ainda assim, não passem do nível de seus superiores. Dessa forma o homem permanece preso ao plano trabalhista, afastando-se cada vez mais da sua liberdade, sendo sempre dependente desse método, que torna-se por muitas vezes opressor. Esse hábito está presente na vida de todos, pois cada ser possui um tipo de 'capitão' nesta área, onde dela, são dados por muitas vezes o máximo de esforço, e vários não são recompensados de forma justa, degradando cada vez mais o reconhecimento do homem trabalhador. Onde irá parar toda essa escravidão? Difícil se contrapor a esta questão.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Satisfeita.

As nuvens não são de algodão;
As rosas não querem lançar seus perfumes harmoniosos;
As estrelas não brilham mais como antes...
Essa pode ser uma breve 'imagem' da desilusão, a qual não me convém.
Aqui o céu está coberto por nuvens claras e macias;
Neste lugar sinto que agradáveis aromas circulam;
Acho que eles saem das rosas, sim, saem delas realmente.
Por fim, o céu parece  mais bonito do que nunca, nele vejo um perfeito clarão vindo das estrelas, elas não cansam de resplandecer. 
É extensa a felicidade ao apreciar tantos benefícios. 
Onde pode parar essa contemplação? 
Eu não sei, não consigo me contrapor a esta interrogação.
Espero que isso não seja consumado.