segunda-feira, 13 de junho de 2011

Prazo limitado.

Tenho saudade dos tempos em que brincava de jogar ximbra e pular corda pelas calçadas, saudade dos momentos que passava chorando por ser proibida de brincar ruas à fora. Correr, esconder-me, cantar, dançar, ser feliz, sem medo. Sinto falta das tantas descobertas que hoje considero bestas, mas que possuem fundamentos que ligam às novas. Como eu adorava a liberdade dos problemas. A inocência em um sorriso de criança e a felicidade escorrendo pelo suor das brincadeiras. A nostalgia as vezes aparece, dela partem as lágrimas de carência e risos das encantadoras lembranças. É tanta falta que me sobra, vontade enorme de reviver aqueles instantes, tempo bom, não volta mais.

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