A configuração do trabalho escravo continua a existir, mesmo após a declaração da lei Áurea, de forma que o sujeito trabalhador segue regras que lhe são impostas em seu campo de trabalho, onde por trás dessas imposições há um regrante, o qual é chamado de patrão. Assim pode-se dizer que o ciclo do trabalho escravo ainda gira, mas de modo menos perceptível. Isto se dá pelo sistema capitalista, onde somos obrigados a segui-lo por questão de sobrevivência. Esse sitema no trabalho contemporâneo, funciona de forma que os empregadores oferecem um salário para seus empregados, mas os chefes precedem uma linha, com o sentido de manter os sujeitos em seus empregos, recebendo os oferecimentos que lhes são propostos, mas que ainda assim, não passem do nível de seus superiores. Dessa forma o homem permanece preso ao plano trabalhista, afastando-se cada vez mais da sua liberdade, sendo sempre dependente desse método, que torna-se por muitas vezes opressor. Esse hábito está presente na vida de todos, pois cada ser possui um tipo de 'capitão' nesta área, onde dela, são dados por muitas vezes o máximo de esforço, e vários não são recompensados de forma justa, degradando cada vez mais o reconhecimento do homem trabalhador. Onde irá parar toda essa escravidão? Difícil se contrapor a esta questão.
É dificil encontrar pessoas que pensam por essa vertente,mas achei super interessante e corretissimo!Os jovens de hoje não estão preocupados com estas questões que nos rodeiam,estamos precisando de mais Marianas rs.Adorei seus textos,este em especial.Espero que continue no presenteando com suas publicações.Beijos
ResponderExcluirSaudades....