Aos olhos distantes tudo parece perfeito. O mestre, suas ordens e um servo fiel. Pobre servo, não tem vida. A sua foi tomada por seu superior. Para ele, nada está bom, sempre há um desacerto, algo fora do lugar, o muito sempre pode ter mais. Ele bebe sangue do servo, o suor do pobre alimenta-o como prazer. E o servo? Ah, esse está morto. Não se tem alegrias, não berra mais a liberdade, carrega consigo um peso chamado mestre. O tal humilha o coitado que agora sente está inútil. É, o grande alcançou o esperado, está tudo nos conformes para ele, o mundo do pobre agora é seu. Só sobrou a irrealidade, nada pode entrar em seu espaço.
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