segunda-feira, 25 de julho de 2011
A tal garota.
Ela vai deitar-se em busca de sonhos, fugir da realidade, mas nem o mundo fantasioso das noites com olhos fechados a deixa em paz. Os pesadelos atormentam a garota, que por fim, no raiá do sol, acorda. Notícias ruins são dadas à garota, parece não ter se levantado ainda. A proporção dos problemas cresce. O que poderá acabar com tais confusões? Não se sabe. A garota decide sair de casa, sem malas ou documentos, apenas com um caderno e sua caneta. O rumo que ela decide tomar não é tão distante, seu refúgio é a praia, lá está a calmaria procurada. As folhas começam a ser preenchidas pela tinta da caneta. Ela, a garota, não teme a nada nesse momento, as palavras em seu caderno gritam paz, e o vento ao agitar as palhas dos coqueiros próximos, lhes dá uma agonia. O jeito é voltar para casa. Mas a garota conta que nada está como antes, o natural, a natureza, a sua beleza trouxe as cores ao branco.
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